terça-feira, 20 de setembro de 2016
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Escreva uma dissertação em que se posicione a respeito do ensino a distância.
Texto 1 ( fala bem da educação a distância)
A globalização é um dos elementos que levam à necessidade de um educação permanente, sendo possível que cursos à distância incorporem os avanços tecnológicos. É na perspectiva de massificação da modalidade a distância no Brasil, especificamente no que diz respeito ao ensino pela Internet.
O ensino convencional é o nível de ensino onde professores e alunos se encontram em local específico – unidade escolar), em um horário determinado. A modalidade de ensino a Distância é um processo de ensino-aprendizagem que busca oportunizar ao aluno um aprendizado independente, auxiliado na maioria das vezes por intermédio das tecnologias (internet, wiki, fórum, chat, videoconferência), onde professores e alunos estão separados espacial e/ou temporalmente, descrito por Moran.
A Educação a Distância possui elementos essenciais em sua concepção e forma de aplicabilidade, que são a separação física entre professor e aluno, que a distingue da educação presencial. Também a influência da organização educacional que a diferencia da educação individual; a utilização das NTICs (Novas Tecnologias de Informação e Comunicação) para unir o professor ao aluno e transmitir os conteúdos educativos.
Essa modalidade de ensino permite uma eficaz combinação de estudo e trabalho, garantindo a permanência do aluno em seu próprio ambiente, seja ele profissional, cultural e familiar. O aluno passa a ser sujeito ativo em sua formação (construção do conhecimento) e faz com que o processo de aprendizagem se desenvolva no mesmo ambiente em que se trabalha e vive alcançando assim uma formação entre teoria e prática ligada à experiência e em contato direto com a atividade profissional que se deseja aperfeiçoar.
Ao contrário da educação presencial, na Educação a Distância é você quem decide quando, como e onde estudar (autodisciplina), mas para estudar a distância são necessárias que alguns itens sejam seguidos, como:
• Disciplina para o estudo,
• Organização do aprendizado, evitando o acúmulo de leituras e exercícios;
• Envolvimento como em qualquer curso presencial;
• A participação é vital para a integração e a interação, melhorando os resultados da aprendizagem.
Não existem barreiras para ensinar a distância, é importante compreendermos a EaD como uma dimensão pedagógica que contém em seu desenvolvimento formas de trabalho que se constituem em práticas pedagógicas.
A educação a distância apresenta várias vantagens. Muitas destas se resumem à própria concretização de seus objetivos e estão relacionadas à abertura, flexibilidade, eficácia, formação permanente e personalizada, e à economia de recursos financeiros. Citam-se, então, as várias vantagens desta modalidade de ensino:
• Combinação entre estudo e trabalho.
• Permanência do aluno em seu ambiente familiar.
• Menor custo por estudante;
• Diversificação da população escolar;
• Pedagogia inovadora;
• Autonomia do aluno;
• Materiais didáticos já incluídos no preço;
• Interatividade entre alunos, professores e técnicos de apoio;
• Apoio com conteúdos digitais adicionais;
• Conteúdos desenvolvidos com orientação de aplicabilidade;
• Enfim, a EaD possibilita uma flexibilidade: Onde estudar? Quando estudar? Em que rítmo?
Por isso, ao entendermos os níveis de ensino, que se utilizam da Educação a Distância (EAD) para o seu desenvolvimento, faz-se necessário reconhecer as várias vantagens desta modalidade, pois a educação a distância pode ser feita nos mesmos níveis que o ensino regular, no ensino fundamental, médio, superior e na pós-graduação. É mais adequada para a educação de jovens e adultos (EJA), principalmente para aqueles que já têm experiência consolidada de aprendizagem individual e de pesquisa.
MORAN, José Manuel. Moran: Disponível em: www.eca.usp.br/prof/moranFonte: PORTAL EDUCAÇÃO - Cursos Online : Mais de 1000 cursos online com certificado
http://www.portaleducacao.com.br/pedagogia/artigos/7671/ead-vantagens-da-educacao-a-distancia#ixzz3oOJW13pU
Texto 2 - mais contrário à educação a distância
Ouvir texto
0:00
A educação em salas de aula, com professores dirigindo-se a muitos alunos, tem cerca de 800 anos. Um modelo cuja aplicação só se ampliou, sendo responsável pela maior parte da educação que hoje recebemos.
A mais recente modificação nessa forma de educar ocorreu no século 20, quando a tecnologia permitiu que alunos muito afastados do ponto em que está o professor pudessem, graças ao satélite e à internet, receber as aulas de forma não presencial. Com séculos de aplicação e grandes resultados, é natural a comparação entre as formas clássica e a distância.
Há algumas diferenças óbvias. Com a educação de longe, o custo tende a ser muito menor, já que se trabalha com uma escala de milhares na sala virtual, contra dezenas na presencial. Essa é uma de suas grandes vantagens. A outra, também inegável, é dar acesso ao melhor ensino sem as limitações impostas pela geografia. Mas nem tudo são vantagens no ensino a distância. Há vários obstáculos a superar e é preciso ver se eles são intransponíveis ou não.
A própria tecnologia necessária para a educação de longe é um primeiro e importante entrave. Boas aulas a distância podem ser prejudicadas –e mesmo inviabilizadas– no processo de captação, edição e transmissão. Elas exigem o mesmo que boas aulas presenciais, e mais qualidade da imagem e do som transmitidos. Além de cuidados na produção, como o enquadramento na tela, os cortes, o ritmo. Fatores como falhas na internet e mesmo condições meteorológicas desfavoráveis podem inviabilizar a recepção remota de aulas.
Suponhamos superadas tais barreiras tecnológicas. Ainda temos outros aspectos a considerar. Por exemplo, a interação entre professor e aluno. Na educação a distância, mesmo com a utilização de vários processos para contornar a dificuldade, não há como fazer uma equivalência plena com o modelo clássico. Na verdade, só professores altamente experientes podem antecipar dúvidas e fazer a distância aulas de grande qualidade e interesse que minimizam muito a falta de interação.
Talvez a barreira mais importante nem seja a falta de interação com o professor. O que pode fazer muita falta são colegas de classe. É na sala de aula clássica, junto a outros alunos, que partilhamos muito de nossa vida. Colegas de classe são nossos confidentes. Trocamos conselhos e dicas sobre coisas da escola e sobre coisas muito pessoais. Perguntamos sobre a melhor opção a seguir e também opinamos. Até sobre a aula trocamos explicações. Não é à toa que os mais permanentes laços –fora da família– são formados entre colegas de classe.
De certo modo, são os colegas que selam nosso compromisso com o estudo. Afinal, quem é o primeiro a perceber nossa falta na sala? Quem é o primeiro a nos cobrar o motivo? Não precisamos de pais ou autoridades para nos colocar na linha, os colegas fazem isso. Espontaneamente e com plena aceitação nossa.
A falta de colegas explica um dos maiores problemas identificado na educação a distância: o abandono dos cursos em taxas elevadíssimas. É bem mais difícil para o estudante acompanhar a rotina de um curso solitário, frente a uma tela. Sem colegas para cobrar presença, para compartilhar a aprendizagem, para dividir os transtornos e alegrias da vida, o estudante acaba perdendo o foco. E abandona os estudos.
É um grande problema, mas com solução. Podemos manter colegas por perto, mesmo com o professor a distância. Esse caso ocorre quando as aulas são transmitidas para uma sala de aula e o aluno irá assisti-las junto a outros estudantes. Aulas com presença controlada e horários definidos. Obrigações iguais às de aulas comuns, que geram maior fidelidade do aluno, contam com a atenção dos estudantes e são muito produtivas.
Mesmo com esse modelo, os cursos que geram maior adesão são os de menor duração –como os de preparação para provas e vestibulares. O grande interesse pelas aulas e a possibilidade de resultados mais imediatos são fatores que freiam a desistência e oferecem algo mais próximo daquilo que proporciona a educação presencial.
No ponto final da comparação, mais uma consideração. Presencial ou a distância, ambas as formas podem ser boas ou ruins. Uma e outra dependem da empolgação e do brilho no trabalho dos professores.
Não há educação presencial ou de longe que resista a aulas sem graça, sem entusiasmo. Se a aula é arrastada, apagada, o aluno sempre tende a dormir. A diferença é isso ser ou não notado. Na educação a distância, o sono ocorre discreto, quietinho –longe dos olhos do mau professor.cARLOS bINDI. DIRETOR DO COLÉGIO ETAPA.
FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO
CHEGA DE RACISMO!
calma! AINDA VOU FAZER ESTA PROPOSTA
http://natelinha.uol.com.br/colunas/2016/09/19/sofri-com-a-falta-de-referencias-diz-apresentadora-do-sbt-sobre-negros-na-tv-10
http://natelinha.uol.com.br/colunas/2016/09/19/sofri-com-a-falta-de-referencias-diz-apresentadora-do-sbt-sobre-negros-na-tv-10
DROGAS E SOLUÇÕES
texto 1
Por que a humanidade se droga? “Os motivos são tantos quantas forem as cabeças humanas”, responde um dos brasileiros que mais entendem do assunto, o
psicofarmacologista Elisaldo de Araújo Carlini, da Universidade Federal de São Paulo.
Droga, num sentido amplo, é qualquer substância capaz de exercer um efeito sobre o organismo. Mas, quando você comprou esta edição especial da SUPER, provavelmente não estava pensando na aspirina, e sim nas drogas chamadas de psicotrópicas ou psicoativas – palavra originária do grego que pode ser traduzida como “aquilo que age sobre a mente”. As drogas alteram os sentidos, induzem à calma ou à excitação, potencializam as alegrias, as tristezas e a fantasia. Em alguns casos, induzem alucinações. Dão “barato”.
As sociedades primitivas recorriam a elas em busca de experiências transcendentais, para se aproximar de suas divindades. Hoje as drogas são mais procuradas como fonte de prazer. Existem outros motivos. Curiosidade. Desejo de conversar mais “à vontade” com os amigos. Alívio das dores e das aflições. Ou exatamente o oposto: a busca deliberada da autodestruição. Assim faziam os poetas românticos do século XIX, corroídos pelo ópio, e assim fazem, hoje, os junkies europeus, que exibem suas picadas como se fossem troféus.
Um namoro antigo
O rótulo de droga se aplica a substâncias tremendamente diversas entre si – e o ato de consumi-las é praticado em contextos os mais variados. A cocaína era vendida livremente nas farmácias até o início do século. Os brasileiros adeptos do Santo Daime ingerem – e vomitam – o chá alucinógeno ayahuasca sem serem incomodados pela lei.
Os antropólogos acham que o fascínio pelas drogas começou por acaso, na Pré-História. Nossos ancestrais perceberam que algumas plantas e fungos tóxicos, quando não matavam, induziam a estados alterados de percepção. Gostaram da coisa. Essas plantas passaram a ser veneradas. Os antigos cretenses tinham uma deusa da papoula, a flor de onde se extrai o ópio. Os astecas idolatravam os cogumelos do delírio. Todas as culturas tiveram lá suas drogas. Até animais fazem uso delas, à sua maneira. Elefantes se embriagam com frutos fermentados, e gatos ficam alucinados quando mastigam menta.Eu, Christiane F. A bela Vera Christiane Felscherinow chocou o mundo ao publicar, aos 16 anos, a autobiografia Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída. No livro, ela narra os horrores da vida dos heroinômanos alemães nos anos 80.
O que ontem era proibido hoje é permitido. E vice-versa
Na Alemanha medieval, os consumidores de uma certa bebida negra de efeitos estimulantes eram executados em praça pública. Achava-se que ela tinha relação com o demônio. Hoje, é difícil imaginar o mundo, em especial o Brasil, sem essa droga – o café.
“A atenção da sociedade sobre uma substância tem pouco a ver com o poder dela”, diz a socióloga Beatriz Carlini-Cotrim, do Departamento de Medicina Preventiva da USP. A proibição de uma droga geralmente tem motivos políticos, econômicos ou religiosos, sem que seu potencial destrutivo seja considerado. O proibido de hoje pode estar em farmácias ou supermercados amanhã, e vice-versa. Nos anos 20, por exemplo, a cocaína e a maconha eram comercializadas livremente por qualquer boticário nos Estados Unidos. Enquanto isso, o governo tentava combater, sem sucesso, uma droga tão perigosa quanto a coca: o álcool. Qualquer dono de bar era considerado um traficante.Pirados criativos?
As drogas costumam ser associadas à criatividade. Artistas como o poeta francês Charles Baudelaire (1821-1867), autor de Os Paraísos Artificiais (ao lado, em auto-retrato, fumando haxixe), buscaram e buscam inspiração em diversos tipos de substâncias psicoativas. Esses artistas acreditavam que as drogas possibilitam ter visões de pura beleza e enxergar além da realidade. Outros se drogavam para fazer um mergulho voluntário na “essência da alma humana”. Nos anos 60, a chamada arte psicodélica baseou suas obras nas visões alucinatórias produzidas pelo LSD. Na verdade, não existe nenhuma comprovação científica de que os psicotrópicos aumentam a criatividade. “O que acontece é que as pessoas perdem a autocrítica e se sentem mais livres para criar”, diz o psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira Filho, da Universidade Federal de São Paulo. O que não garante a qualidade das obras.As portas do êxtase divino viraram válvulas de escape
As drogas, assim como a religião, atendem a uma necessidade humana primordial, a de sair da própria consciência, transcender o cotidiano. Não é por acaso que muitas religiões utilizam substâncias que mexem com a cuca. Essa é a única semelhança entre o uso da droga dos indígenas da Guatemala e os executivos cocainômanos de Wall Street, por exemplo. Nos dois casos, o hábito funciona como um elemento de identificação da “tribo”, um código comum entre os usuários daquele tóxico específico. As culturas “primitivas”, no entanto, nunca tiveram problemas com suas drogas, ao passo que, na sociedade contemporânea, elas são uma epidemia devastadora. O que aconteceu?
Espíritos viciados
As religiões sempre souberam controlar o uso dos seus psicotrópicos. Os judeus, que usam vinho tinto em quase todas as suas festas, condenam severamente o alcoolismo como fraqueza de cará-ter. Os índios americanos, povos que mais deram drogas ao mundo, tinham substâncias que, de tão perigosas, eram de uso exclusivo dos xamãs. Como o tabaco. Algumas tribos o consideravam a única planta mágica capaz de criar dependência. Segundo o antropólogo Peter Furst, os pajés se aproveitavam disso para viciar seus própios deuses. A fumaça era “alimento dos espíritos”, que faziam de tudo para receber sua sagrada nicotina. “Como não dispunham da planta no além, eles ficavam sujeitos à manipulação dos sacerdotes”, afirmou Furst.http://super.abril.com.br/ciencia/esse-traicoeiro-objeto-do-desejo
TEXTO 2
ACESSE O LINK E LEIA TUDO O QUE PUDER.
A difícil escolha de uma profissão
NAO FIZ AINDA
http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2013/05/o-desafio-de-escolher-a-profissao-ideal-e-um-peso-a-mais-no-ano-do-vestibular-4143423.html
http://dc.clicrbs.com.br/sc/noticias/noticia/2013/05/o-desafio-de-escolher-a-profissao-ideal-e-um-peso-a-mais-no-ano-do-vestibular-4143423.html
sexta-feira, 16 de setembro de 2016
EDUCAÇÃO.
Situação 2016E-9A - Dissertação (Enem)
A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo na modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “ desafios para a educação pública no Brasil”, apresentando proposta de intervenção, que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.
Instruções Enem:
1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado.
2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta, na folha própria, em até 30 linhas.
3. A redação com até 7 (sete) linhas escritas será considerada “insuficiente” e receberá nota zero.
4. A redação que fugir ao tema ou que não atender ao tipo dissertativo-argumentativo receberá nota zero.
5. A redação que apresentar proposta de intervenção que desrespeite os direitos humanos receberá nota zero.
6. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.
Ajudinha Rose.
Na introdução apresente pontos negativos ( escolha uns três) da educação pública no País. No desenvolvimento, use um parágrafo ou dois para aprofundar o que colocou na introdução ( Aí apenas como uma espécie de 'cardápio' do grande almoço do texto. Toque os pontos com expressões fortes e curtas. Assim, tipo, sabe como? O problema é no compasso do tá tá tá ( Três ou quatro palavras só) e mais um ''tá tá tá'. Sacou, amiguinho?
OUTRO DETALHE: PERCEBA QUE AÍ USEI LINKS. POR QUÊ? SERÁ PREGUIÇA DE EDITAR OS TEXTOS? NÃO, CLARO QUE NÃO!!!!
O QUE QUERO É QUE VOCÊ SE ESFORCE E APRENDA BEM OS PROBLEMAS DA EDUCAÇÃO DESTE PAÍS. A SUA REDAÇÃO TOMA CORPO E BELEZA SE CONHECER MELHOR O ASSUNTO. AÍ VALE A PENA APOSTAR. É TEMA QUENTE.
TEXTO 1
ACESSE
Os desafios da Educação brasileira em números
TEXTO 2
A evasão escolar
PROPOSTA DE INTERVENÇÃO
LEIA AQUI. MATÉRIA NOVA COM DADOS INTERESSANTES SOBRE ESCOLAS QUE CONSEGUIRAM RESULTADOS POSITIVOS COM SEUS ALUNOS.
terça-feira, 13 de setembro de 2016
Assinar:
Postagens (Atom)





